Na última segunda- feira (9), a B3 (bolsa de valores oficial do Brasil) desmoronou em 10%, não apenas ela, como diversas bolsas ao redor do planeta também sofreram com o impacto da crise do petróleo no Oriente Médio, levando uma grande apreensão ao mercado global.

Diante desse acontecimento, a B3 informou que por norma, quando essa porcentagem é marcada, imediatamente é ativado o circuit breaker (entenda). O mesmo representa um equipamento que bloqueia as ações de negócio em meia hora e esse acontecimento, é um marco assustador, pois a última vez que o equipamento foi acionado ocorreu em 2017.

O evento se deu por conta a queda ocasionada da Petrobras, que demonstrou um declínio de 30% e ao crescimento do dólar. Além disso, o mundo vem sendo desordenado por conta do Coronavírus, que apareceu em dezembro e está afetando diretamente a economia.

Os primeiros casos do surto, foram confirmados em Wuhan (China) uma cidade de 11 milhões de habitantes, onde dispõe de empresas grandes como a Nissan e Honda. Por esse ocorrido, a cidade paralisou e a medida que o vírus se espalha, o impacto é cada vez maior.

E como o Brasil está recebendo essas turbulências? Segundo o Ministro da Economia Paulo Guedes, o país está tranquilo. O mesmo relatou que por trás das preocupações, existe uma equipe experiente e que tem o conhecimento para lidar com essa situação. Ele ainda diz, que é hora de todos ajudarem o país e não pedirem por aumento ou benefícios.  

Mas esse pensamento é o mesmo para as empresas? Como comentado acima, o declínio da Petrobras foi assustador. Segunda a economatica,  a estatal perdeu mais de 67 bilhões questão de horas. Muitas empresas estavam pensado em investir ações na bolsa, porém com essa situação generalizada, as coisas se complicaram. Agora o mundo está enfrentando um momento delicado onde há muita insegurança e incerteza.  

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