Nesta semana, o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, anunciou que o banco Santander pretende implementar, o sistema eletrônico de processamento de transações e pagamentos Getnet em outros países.

Atualmente, a Getnet lidera o mercado brasileiro e planeja se lançar na Argentina e no México, ainda este ano.

O executivo é responsável pelos negócios do Santander em todo “cone sul” e ainda completou, dizendo que está nos planos da instituição criar uma “inteligência artificial” na América do Sul para atrair clientes com menos recursos.

“Lançamos a Getnet no Chile há dois meses, e essa é uma realidade que deve ser divulgada. Vamos lançá-la na Argentina no final de 2020, e no México entre junho e julho deste ano”, disse Rial na coletiva em que comentou o forte aumento dos ganhos do Santander Brasil no ano passado.

Sobre a Getnet

A Getnet é uma empresa brasileira de tecnologia para desenvolvimento de soluções de pagamento, que pertence ao Santander desde 2014, quando tornou-se uma plataforma global de pagamento para comerciantes.

Entre seus serviços, ela oferece o processamento de transações eletrônicas e pagamentos com cartão, operando em várias cidades e oferecendo boas condições para os comerciantes.

Pequenos Empreendedores

Rial acredita-se que o mercado a ser trabalhado deve atender aos pequenos empreendedores, principalmente aqueles que não tem acesso a recursos bancários, tanto no Brasil, quanto na América Latina.

Por isso, além da Getnet, na Argentina será lançado o Prospera, um produto pelo qual o Santander Brasil oferece assistência e empréstimo a esse segmento de clientes.

Ao falar sobre esse mercado específico, ele ainda afirma que o Santander deseja “criar uma unidade que, através da inteligência artificial, será dedicada a expandir a base da pirâmide com um enfoque regional”.

Ele também anunciou que a subsidiária do Santander busca atrair talentos estrangeiros:

“Queremos começar um trabalho de recrutamento fora do Brasil, com português, espanhol e inglês como línguas francas, e estamos vendo se trazemos pessoas da Índia e do Paquistão. Queremos atrair não apenas talentos brasileiros, mas também internacionais, o que não estava na agenda da empresa”

Mesmo sabendo das burocracias administrativas para esse processo, Rial permanece otimista e acredita que, mesmo que demore, é possível importar talentos com a atual estrutura de imigração no Brasil.

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