Um domingo dramático é realmente tudo o que estamos vivendo. Domingo é dia de reunir a família, os amigos, os amores e, infelizmente, isso não tem acontecido: todo mundo está recluso por causa da pandemia do coronavírus que está assolando o mundo inteiro. 

Mas, nós aqui do UNUM, vamos continuar com as listas para aqueles que vão aproveitar esse momento em casa para atualizar os filmes que estavam querendo ver, mas não tinha tempo. Bom, agora não tem desculpas. Os dramas estão aí com muita reflexão e choro.  

Filmes de drama:

Forrest Gump

 
 

O amor de uma mãe pode transformar crianças subestimadas em “Forrests Gumps” da vida. Mesmo com um QI não muito favorecido, Forrest (Tom Hanks) levou uma vida normal, explorando outras habilidades. Durante sua vida, ele foi um astro do futebol americano, lutou na guerra do Vietnã e até mesmo foi capitão de um barco de camarão e apesar dos empecilhos e preconceitos enfrentados, ele passou por tudo com muito otimismo, aquele que foi incentivado pela sua mãe desde a infância. E após sentar numa praça e contar 40 anos de história para quem quisesse ouvir, percebemos que ele nunca se sentiu desfavorecido, entretanto, só ele sabia a dor e a delícia de uma das partes de sua vida ter nome e sobrenome: Jenny Curran.

A Vida é Bela

 
 

Se você deseja ver aqueles filmes que te fazem chorar até mesmo depois que ele acaba, A Vida é Bela é essencial para cumprir com esse objetivo. Mais uma vez mostrando que o amor dos pais pode transformar vida e situações, o pequeno Giosué tem de tudo para viver uma infância traumática e cheia de sequelas após ser levado à um campo de concentração nazista da Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Para tentar diminuir e evitar os impactos que esse acontecimento teria durante toda a vida dele, seu pai, Guido, faz de tudo para despistá-lo, usando a imaginação para que o menino acredite que eles estão participando de uma grande brincadeira.

Histórias Cruzadas

 
 

No intuito de engrandecer a luta pelos direitos civis das mulheres negras na metade do século passado, Histórias Cruzadas nos faz pensar e analisar todo o preconceito que elas sofreram por estarem inseridas em dois tipos de minorias: mulheres e negras. A história se passa em Mississippi, nos EUA, nos anos 60 e fala da vida das empregadas domésticas que se dedicavam a criar os filhos da elite branca da época. Entretanto, Skeeter (Emma Stone), também pertencente a essa elite, teve um olhar mais sensível para a vida das empregadas e decidiu entrevistá-las para escrever um livro sobre suas histórias. Apesar de muita resistência das mulheres, o livro sai e revoluciona quem o lê.

12 Anos de Escravidão

 
 

Esse aqui fez por merecer todos os prêmio que levou, inclusive o Oscar de melhor filme em 2014. 12 Anos de Escravidão nos faz refletir porque muitas pessoas afirmam que toda a sociedade possui uma dívida histórica com os negros. E talvez, o que mais doa, é saber que a história é baseada em fatos reais. Em 1841, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), é um cidadão de Nova Iorque que vive tranquilamente com sua família. Apesar de ser negro, é um homem livre, contemplando seus direitos. Entretanto, tudo muda quando ele aceita um trabalho em uma outra cidade e nela, é sequestrado e acorrentado, sendo vendido como escravo. Agora, Solomon precisa se submeter a humilhações e torturas se ainda tiver a esperança de ver sua família novamente.

O Extraordinário

 
 

Mais um filme para chorar até não querer mais, porque sentimos como se o Auggie fosse da nossa família e queremos colocar ele num potinho para proteger. Bom, o Auggie (Jacob Tremblay) é um menino que nasceu com uma deformação facial que lhe impedia de ver, ouvir e até mesmo dificultava a respiração. Por conta disso, ele teve que passar por 27 cirurgias plásticas, que até resolveu esses problemas, mas o deixou com muitas marcas e cicatrizes no rosto, que o faz usar um capacete que esconda sua face ao sair na rua. Entretanto, chegou o 5º ano e Auggie precisa frequentar uma escola regular, em que ele vai enfrentar diversos desafios entre fazer amizades, ir bem na escola e enfrentar o bullying sofrido pela sua deformidade.

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