O Banco Central (BC) apresentou, no início da tarde desta quarta-feira (2), a nova nota de R$ 200, que começou a circular em todo país. A apresentação foi realizada em cerimônia transmitida pelo canal do BC no YouTube (Assista ao vídeo completo no fim desta publicação).

Essa é a sétima cédula da família de notas do Real. O Banco Central encomendou à Casa da Moeda a produção, até dezembro, de 450 milhões de cédulas do novo valor.

Histórico de cédulas da família do real

Essa será a primeira cédula de um novo valor da família do real em 18 anos. A última cédula, a de R$ 20, tinha sido lançada em 2002. Um ano antes, em 2001, surgiu a nota de R$ 2.

Em 2000 também foi criada uma edição especial da nota de R$ 10 alusiva a chegada de Portugal no Brasil. Já em 2005, houve a saída de circulação da nota de R$ 1.

Qual o motivo para se lançar novas cédulas?

Em comum, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo, o de diminuir as transações feitas com dinheiro vivo, para se economizar com a impressão de papel moeda.

Outro motivo apontado pela equipe econômica do Governo Federal é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial, estimado em mais de R$ 160 bilhões, considerando apenas as cinco parcelas já aprovadas anteriormente.

Boa parte dos beneficiários, sobretudo os de menor renda, preferiu sacar o benefício em espécie. Apenas de acordo com os últimos números da Caixa Econômica Federal (CEF), mais de 20 milhões de saques foram feitos até esta segunda-feira.

Opção pelo lobo-guará

O animal escolhido para a nova nota, o lobo-guará, foi o terceiro colocado em uma pesquisa feita pelo Banco Central em 2000. A instituição perguntou à população quais espécies da fauna gostariam de ver representados no dinheiro brasileiro. O primeiro lugar foi a tartaruga marinha, usada na cédula de R$ 2. O segundo, o mico leão dourado, incorporado na cédula de R$ 20.

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Real ganha nova cédula após 18 anos

A criação da nota de R$ 200 anunciada, no fim do mês de julho, pelo Banco Central (BC) faz parte de uma história de raras mudanças na gama de cédulas de real desde o início de circulação da moeda. Trata-se de um novo valor pela primeira vez desde 2002.

Há 18 anos, era lançada a nota de R$ 20, último surgimento de quantia em nota no país. Um ano antes, em 2001, surgiu a nota de R$ 2. No meio tempo, houve a aposentadoria da nota de R$ 1, em 2005.

Em comum, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo: diminuir as transações feitas com dinheiro vivo, economizando com impressão de papel moeda.

Para o lançamento das notas de R$ 2 e R$ 20, o Banco Central havia realizado estudo que indicava redução de mais de 30% no uso de cédulas com os novos valores. A lógica é simples: sem a nota de R$ 20, eram necessárias quatro notas de R$ 10 para chegar a R$ 40.

A nota de R$ 200 aparecem em contexto parecido. No último mês, o governo teve um gasto extra de R$ 437 milhões para impressão de cédulas, com o objetivo de imprimir R$ 100 bilhões adicionais em dinheiro de papel.

De acordo com a área econômica, a crise do novo coronavírus foi um dos motivos para o aumento da procura. A pandemia levou as pessoas a “entesourarem” recursos em casa, ou seja, manter reserva em cédulas.

Outro motivo apontado é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial, estimado em mais de R$ 160 bilhões, considerando as cinco parcelas já aprovadas.

Como surgiu o dinheiro?

Uma nova nota, circulação de valor em cédulas… Você já parou para pensar como surgiu o dinheiro? E como tudo isso começou? Como as trocas de produtos e/ou serviços eram feitas, antigamente?

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